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Presidente Comenta: o que a classe lojista espera dos novos governos?

  • 19 de novembro de 2018 - 17:09

“Não é novidade dizer que o período eleitoral trouxe consigo uma certa instabilidade econômica. As incertezas nesse meio afetaram diretamente a classe empresarial, que estava receosa quanto à futuros investimentos. No Tocantins, esse cenário foi ainda mais alarmante, tendo em vista que tivemos duas eleições para governador e ainda a mudança no governo da capital, com a renúncia do ex-prefeito e a posse da atual, Cinthia Ribeiro. Dado o fim desse período, temos agora dois novos governos: o de Mauro Carlesse no estado e o de Jair Bolsonaro no Brasil. Afinal de contas, o que nós, empresários, esperamos dos nosso futuros governantes?

 

Nós queremos investimentos no comércio e na indústria. Nós esperamos que os governantes eleitos cumpram com suas promessas de desburocratização para abertura de empresas e redução das cargas tributárias, que são necessidades antigas do comércio e que, se colocadas em prática, irão ajudar no desenvolvimento econômico do nosso estado e país.

 

Nós esperamos que tanto o presidente eleito quanto o governador, possam entender a força que o comércio  tem. A CDL trabalha para identificar e mostrar para toda a sociedade que o comércio é o principal fator que faz a economia funcionar, principalmente numa capital como Palmas, que tem dois braços fortes para a economia: o poder público e o comércio. Portanto, nós esperamos que haja uma valorização da classe.

 

Precisamos de uma reforma no nosso sistema tributário, que é muito burocrático e deve ser mais simples, eficiente e transparente. Isso deve impactar diretamente no fomento ao empreendedorismo e consequentemente em mais empregos para os brasileiros. Nós estamos na expectativa de mudanças positivas, que valorize não só as novas empresas, mas também aquelas que já estão no mercado, que precisam de segurança para investir em seus negócios.

 

Uma pesquisa do Sebrae mostrou que 97% dos empresários vão fazer investimentos em suas empresas no ano que vem, mas só a metade (47%) deve gerar novos postos de trabalho e é exatamente por isso que os novos governos devem ter um olhar especial para a classe lojista, para que esse número possa crescer. Com mais incentivos, poderemos gerar mais empregos. Em resumo, é isso que esperamos: redução de impostos e juros para fazer a economia crescer. Estamos otimistas e esperamos uma retomada na economia do Tocantins e de todo o Brasil.”