Comércio de Palmas pede apoio ao Ministério Público, Câmara de Vereadores e Assembleia Legislativa

  • 06 de abril de 2020 - 14:37



Com o fechamento do comércio palmense, determinado por decretos municipais como medida de proteção à disseminação do novo coronavírus (COVID-19), a situação econômica não tem sido fácil. Conforme dados do SPC Brasil, só em março a queda nas vendas foi de 11,3%. a demissão já é a saída de mais de 60% das empresas e além disso, 56,2% não têm condições de arcar com a folha de pagamento dos funcionários, uma vez que o faturamento das empresas foi paralisado. 

 

Com a chegada do quinto dia útil, quando os pagamentos dos salários dos trabalhadores do comércio são realizados, a demanda por uma solução e, até mesmo, o desespero por parte dos empresários que estão sem faturamento, nesta segunda-feira, 06, a Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Palmas encaminhou um ofício ao Ministério Público, à Câmara de Vereadores de Palmas e à Assembleia Legislativa do Tocantins pedido apoio para a flexibilização da abertura do comércio na Capital. As medidas também foram apresentadas via documento para a Prefeitura anteriormente, mas não houve resposta. As medidas sugestivas foram elaboradas por 15 entidades de diferentes áreas do comércio e tem medidas sugestivas para o retorno ao trabalho, sempre em consonância com os órgãos oficiais. 

 

Reiteramos que a preocupação com a saúde é primordial e que todo o plano de ação enviado foi pensado de forma a conseguir um equilíbrio entre a saúde pública e a saúde financeira das empresas.  “Nós ouvimos todas as áreas e formatamos esse documento com sugestões. Cabe agora ao Poder Público apreciar e analisar sobre o que pode ou não ser flexibilizado, pois a situação econômica está, de fato, muito comprometida. Nós acreditamos que é possível encontrar um equilíbrio e esperamos que isso aconteça o mais breve”, disse Silvan Portilho, presidente da CDL Palmas. 

 

No ícone “baixar arquivo”, o leitor poderá ler o documento entregue na íntegra. Reiteramos que as medidas são sugestivas e que somente o Poder Público tem autoridade para definir o que poderá ser acatado.